Espaço MEMÓRIA PIRACICABANA

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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Piracicaba, uma declaração de amor


Primeiro de agosto Piracicaba comemorou 252 anos. Para comemorar essa data, deixamos os leitores do blog com um texto do ex-reitor da Unimep, Gustavo Jacques Dias Alvim. O texto foi publicado na Folha de Piracicaba em 1967 também em homenagem ao aniversário da cidade.

Jacques Dias Alvim foi um advogado, jornalista e reitor da Unimep que, infelizmente, veio a falecer ano passado, aos 81 anos de idade.

Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.


segunda-feira, 29 de julho de 2019

Si a Morte Fôra un Mal, Não Existira



No ano 1890, foi publicado no Rio de Janeiro o livro de poesias “Perolas Falsas” por Castro Lopes. Nele é contado um pouco do nosso Brasil, como a própria natureza e suas diversidades, descrevendo a alma, a beleza e seus defeitos nesse período. No livro, todas as poesias contêm os nomes dos autores que as escreveram.





“Si a morte fora un mal, não existira” (uma das poesias do livro) revela um assunto nas entrelinhas, no oculto, de forma que um não pode viver sem o outro, como descrito nele, o bem e o mal.





Vanessa C. Segredo, aluna do 4º semestre do curso de História da Unimep.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.





segunda-feira, 22 de julho de 2019

Seria o fim dos manicômios?


No ano de 1979 o Jornal Movimento fez uma reportagem com o psicanalista Franco Basaglia sobre a obra que o italiano estava lançando no Brasil, “Psiquiatria Alternativa – Contra o pessimismo da razão o otimismo da prática”.

O Movimento demonstrou rapidamente como o autor discorre sobre alguns conceitos como, por exemplo, a miséria e a loucura caminham juntas, pois se a pessoa estiver em estado de miséria, não seria possível ver sua loucura. Ou como a problemática de se colocar os doentes psiquiátricos em manicômios pela vista de não serem produtivos de forma econômica para a sociedade ao invés de tentar reinseri-los.


O papel da psicanálise no século XX, o papel do sindicato e um conceito histórico para a loucura também são apresentados no texto do artigo. No último parágrafo, o autor cita o caso da pornografia e como ela serve para controlar a sexualidade e de como cria a sensação de pseudo liberdade dentro das massas, servindo de modo de manipulação.

André Bellaz, aluno do 7º semestre do curso de História.
Pesquisa realizada no acervo Jornal Movimento.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Nome ou brincadeira?


No dia 10 de janeiro de 1945, foi publicado no jornal “Diário de Piracicaba” uma orientação aos pais e aos tabeliães quanto aos nomes escolhidos para o registro das crianças e afirma a grande responsabilidade deste ato. Na matéria, de Silvio A. de Souza, nos conta a história de um pai que insistiu em nomear seu filhinho de Cretino:
“Um cunhado meu, juramentado, tem feito malabarismos para evitar dislates* de tal natureza; para justificar o que alego, é bastante dizer que um pai queria, a toda “fôrça”, colocar no inocente filhinho o nome de Cretino.”.

O autor também critica a adesão de nomes compridos para as crianças, observando, em contraponto, o nome de um aluno que se chamava Og Sá. De acordo com ele, nome simples e incisivo. Além da quantidade, o uso de nomes de homens famosos, como Benjamin Constant, Rui Barbosa da Silva e etc., era desencorajado por Silvio, já que muitas vezes não condizia com a personalidade da criança que o tinha, comparando isto a “bebidas falsificadas”, ou seja, de excelentes rótulos, mas de sabor duvidoso.
Por fim, o autor brinca com o desprestígio de nomes nacionais e diz que em outra vida, gostaria de ter um nome estrangeiro para mais sucesso:

“Também os nomes nacionais estão muito desprestigiados; e, quanto a mim, quereria voltar em outra oportunidade, aqui mesmo, para o grande S. Paulo, com um nome estrangeiro, bem estrangeiro, para mais sucesso e melhor sorte...”. 


*Dislates significa besteira, bobagem.


Nathália Cristina da Silva, aluna do 6º semestre de História na Unimep.
Pesquisa realizada no acervo O Diário.


quarta-feira, 10 de julho de 2019

Almanaques da Revista Placar


Na biblioteca do Rocha Netto podemos encontrar muitos almanaques de times e biografias de jogadores que fizeram história no campo. Rocha também colecionava a revista Placar e junto com ela vinham muitos brindes ou livros eram lançados pelo selo da revista.
Alguns deles estão aqui no acervo como o Almanaque do Timão



O almanaque reúne todos os dados de jogos do Corinthians e biografias curtas de jogadores que marcaram a história do time




Outro almanaque com os mesmos dados é o do Flamengo



Quem quiser pesquisar isso e mais coisas de esporte é só visitar o Centro Cultural Martha Watts. Curta nossa página no facebook Centro Cultural Martha Watts




Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.

Pesquisa realizada no acervo Rocha Netto.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Academia Paulista de Letras


O acervo de João Chiarini tem uma riqueza imensa de livros e coleções, entre elas, a Revista da Academia Paulista de Letras. É uma fonte essencial para quem pesquisa temas específicos e críticos na área da literatura.




Além da Revista, outras coleções com a mesma temática fazem parte do acervo. A Revista de Letras da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis também merece destaque aqui.



Essa revista vai mais além e abrange temas de humanidades, não só literatura.

Quem tiver interesse em pesquisar esse acervo é só entrar em contato com o CCMW pelo telefone (19) 31241856 ou nos visitar http://unimep.br/ccmw/





Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.


segunda-feira, 24 de junho de 2019

Edição histórica da Revista Manchete


O acervo Rocha Netto tem muitas variedades de revistas esportivas e de cultura, como a Revista Manchete. No dia 21 de abril de 1960 a revista anunciava na capa


O dia foi marcado pela entrega do símbolo da nova sede do governo e capital do Brasil para Juscelino Kubitschek. As comemorações também tiveram apresentação de esquadrilha da fumaça e diplomatas de diversos lugares do mundo



Brasília teve como arquiteto responsável Oscar Niemeyer, projetando o Planalto, O Congresso Nacional, a Catedral de Brasília.


No meio da revista a gente pode observar as propagandas de venda de lotes de terra ao redor da nova capital, ainda não muito povoada


Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo Rocha Netto.