Espaço MEMÓRIA PIRACICABANA

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Sinfonia em Dor Maior


No texto de hoje o blog apresenta uma pequena parte do acervo João Chiarini, a obra “Sinfonia em Dor Maior” de Anita Ferreira de Maria.


Antes à apresentação da obra, uma breve apresentação da autora: Original de Avaré, interior de São Paulo, Anita possui nove obras publicadas, foi militante do PTB e fundadora do Museu Histórico em Avaré, o qual recebe atualmente seu nome. Ganhadora do prêmio internacional Pen Club, associação com sede em Londres, e eleita para a Academia Piracicabana de Letras, Anita era amiga de Chiarini e outros intelectuais da época, como Jorge Amado.

Seu livro é composto de pequenos textos que abordam questões como a guerra, a política, meio ambiente e críticas à vida moderna. Com grande influência simbolista, produz textos em homenagem aos poetas Augusto dos Anjos e Cruz e Souza, grandes nomes simbolistas da poesia nacional.

Se você quer conferir esta e mais obras de Anita Ferreira de Maria, venha visitar o Espaço Memória Piracicabana.

André Bellaz, aluno do quinto semestre de História da UNIMEP.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Roger Bastide e a Poesia Afro Brasileira

Roger Bastide era amigo de João Chiarini. Encontramos em seu acervo muitas cartas recebidas de Bastide, muitas delas perguntando sobre termos utilizados no folclore.

Chiarini então sempre recebia livros escritos por Bastide, alguns deles com dedicatória do autor. O sociólogo francês era muito interessado pela arte e pela literatura brasileira e publicou muitos livros e artigos sobre o assunto.

O livro abaixo foi publicado em 1943 e está disponível para consulta no Espaço Memória Piracicabana.





Vivian Monteiro, Historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Cruz e Sousa

João da Cruz e Sousa (1861-1898) nasceu em Florianópolis, sendo filho de ex-escravos (Guilherme da Cruz e Carolina Eva da Conceição). Tornou-se um dos precursores da poesia simbolista no Brasil com os livros “Missal” e “Broquéis”. Seu apelido era “Dante Negro”.


Ao longo de sua vida, passou por muito preconceito racial, perdendo o emprego como promotor público pelo fato de ser negro. No acervo de Chiarini encontramos um livro publicado em 1945, com uma coletânea de poemas de Cruz e Sousa:



Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.