Espaço MEMÓRIA PIRACICABANA

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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Oscar Von Pfuhl e a importância do teatro infantil



“Algumas pessoas tem tendência a considerar teatro infantil uma espécie de infância do teatro. Nada mais errado.”

É assim a introdução da primeira peça do livro teatro de Oscar Von Pfuhl, dramaturgo e médico nascido em Santos, cidade litorânea no estado de São Paulo.

Produzido pela editora senzala o exemplar possui cinco obras em seus textos integrais para reprodução das peças, sendo elas “Um lobo na cartola”, “A árvore que andava”, “A bomba de Chico Simão”, “As beterrabas do Sr. Duque” e “Um elefantinho incomoda muita gente”.

Com uma introdução para cada peça, notamos o cuidado com que o dramaturgo desenvolve suas peças. Na introdução de “A árvore que andava” o autor pontua de forma tocante que a peça foi desenvolvida para pequenos grupos de teatro que não possuam muitos recursos. Dando um toque especial em cada peça que compõe o livro.
Outros ensaios teatrais, livros de poesia, notícias, curiosidades sobre folclore e muito mais você encontra no acervo João Chiarini, disponível para a pesquisa no Centro Cultural Martha Watts.


André Bellaz, aluno do oitavo semestre do curso de História da UNIMEP.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.
                                                                                                                     

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Si a Morte Fôra un Mal, Não Existira



No ano 1890, foi publicado no Rio de Janeiro o livro de poesias “Perolas Falsas” por Castro Lopes. Nele é contado um pouco do nosso Brasil, como a própria natureza e suas diversidades, descrevendo a alma, a beleza e seus defeitos nesse período. No livro, todas as poesias contêm os nomes dos autores que as escreveram.





“Si a morte fora un mal, não existira” (uma das poesias do livro) revela um assunto nas entrelinhas, no oculto, de forma que um não pode viver sem o outro, como descrito nele, o bem e o mal.





Vanessa C. Segredo, aluna do 4º semestre do curso de História da Unimep.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.





segunda-feira, 27 de maio de 2019

Biblioteca da UNIMEP


A biblioteca da Unimep Taquaral cresceu muito ao longo do tempo, desde a sua criação. Pesquisando no acervo do Instituto Educacional Piracicabano podemos ter uma noção de como o acervo aumentou substancialmente. O acervo do IEP nos conta um pouco da história da Universidade Metodista de Piracicaba e do Colégio Piracicabano.
Em 1975, a Biblioteca Taquaral tinha um acervo de 25.000 livros. Em um informativo da UNIMEP:


“Os livros adquiridos são dos mais modernos, sendo muitos nas áreas de tecnologia, economia, saúde e psicologia. (...) Muitas coleções vieram do exterior a fim de enriquecer os conhecimentos dos professores universitários.”
Em 1978 a biblioteca já tinha 30.000 livros, sem contar os periódicos e as teses dos alunos e, atualmente, o acervo contém mais de 300 mil obras que contemplam todos os cursos da Universidade. Um aumento significativo e muito relevante para uma biblioteca universitária.

Quer pesquisar mais sobre a UNIMEP e o Colégio Piracicabano? É só entrar em contato com o Centro Cultural por email:  ccmw@unimep.br ou pelo telefone (19)31241889.


Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo do Instituto Educacional Piracicabano.

terça-feira, 26 de março de 2019

Paraíso Infantil


Um livro de referências, com desenhos, para crianças ainda em processo de alfabetização, uma espécie de dicionário infantil, essa é a proposta da coleção “Paraíso Infantil a palavra através da imagem e da cor”.



“O público que a presente publicação pretende servir, porém, é realmente novo. Pôe-se à disposição dos que iniciam na carreira de leitores, e sob a ordem alfabética, vai ministrando as noções que costumam surgir nos perigosos interrogatórios infantis.”







Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 11 de março de 2019

O poeta da liberdade!




O poeta Castro Alves (1847-1871) ganhou uma belíssima biografia histórica escrita pelo acadêmico Vicente de Azevedo.  É um livro de fácil leitura e nele Vicente conta detalhes e curiosidades da vida de Castro Alves, suas paixões, o que pensava da escravidão, da cidade de São Paulo e por aí vai.




Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Narciso em tarde cinza

Narciso em tarde cinza foi escrito em 1965 por Jorge Mautner (escritor e músico). Ele começa o livro citando dois poemas de Maiacovski



Jorge Mautner explica que “Este terceiro volume Narciso em Tarde Cinza, não é o fim da mitologia do Kaos. A mitologia continua fluindo por aí, num outro volume, numa canção, num grito de alegria ou de dor. Em seu penoso avanço em espiral cheio de chuva e sol, de triste-alegre.”
O livro está disponível para leitura no acervo João Chiarini, no Centro Cultural Martha Watts.





Vivian Monteiro, Historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

História da música

Chiarini, como um grande estudioso de música regionalista que era, manteve um acervo grande de livros sobre História da Música. 


Livros como “Compêndio de História da música brasileira” de Renato Almeida, “A música no Brasil: desde os tempos coloniais até o primeiro decênio da república”, e dezenas de outros títulos podem ser encontrados no Espaço Memória Piracicabana.

Outros temas também fazem parte do acervo de Chiarini, como livros sobre teatro, literatura (nacional e estrangeira),saúde, fotografia, matemática, entre outros.

Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Sinfonia em Dor Maior


No texto de hoje o blog apresenta uma pequena parte do acervo João Chiarini, a obra “Sinfonia em Dor Maior” de Anita Ferreira de Maria.


Antes à apresentação da obra, uma breve apresentação da autora: Original de Avaré, interior de São Paulo, Anita possui nove obras publicadas, foi militante do PTB e fundadora do Museu Histórico em Avaré, o qual recebe atualmente seu nome. Ganhadora do prêmio internacional Pen Club, associação com sede em Londres, e eleita para a Academia Piracicabana de Letras, Anita era amiga de Chiarini e outros intelectuais da época, como Jorge Amado.

Seu livro é composto de pequenos textos que abordam questões como a guerra, a política, meio ambiente e críticas à vida moderna. Com grande influência simbolista, produz textos em homenagem aos poetas Augusto dos Anjos e Cruz e Souza, grandes nomes simbolistas da poesia nacional.

Se você quer conferir esta e mais obras de Anita Ferreira de Maria, venha visitar o Espaço Memória Piracicabana.

André Bellaz, aluno do quinto semestre de História da UNIMEP.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O futebol em São Paulo - Biblioteca Rocha Netto

Dos livros raros da biblioteca do Rocha Netto, encontramos um datado de 1918 “O Football em S. Paulo” de autoria de Leopoldo Sant Anna. São pequenas biografias de centenas de jogadores do final do século XIX.


O livro está disponível para pesquisa em nosso acervo.





Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo Rocha Netto.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Cornélio Pires


Cornélio Pires (1884-1958) foi um empresário, escritor, jornalista e folclorista brasileiro. Pires passou a vida toda registrando e divulgando a vida sertaneja e caipira. Seus costumes, músicas estão todas registradas em seus livros. Cornélio Pires também produziu alguns documentários como “Brasil Pitoresco” e “Vamos Passear”.  




Segundo Chiarini, o filme “Vamos Passear” foi o primeiro filme sonoro feito de forma independente no Brasil. João Chiarini, outro estudioso do folclore brasileiro, tinha grande interesse nas obras de Cornélio. Aqui em seu acervo encontramos alguns livros:



Quer saber mais sobre a vida e obra de Cornélio Pires? É só visitar o acervo João Chiarini, no Espaço Memória Piracicabana.

Indico também esse site http://www.corneliopires.com.br/  Instituto Cornélio Pires, fundado na cidade de Tietê em 2012.



Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.

segunda-feira, 21 de março de 2016

História da Classe Operária no Brasil





No acervo João Chiarini encontramos alguns exemplares do livro “História da Classe Operária no Brasil”, produzidos pela ACO (Ação Católica Operária).  São livros de fácil leitura e que abordam temas como: surgimento do movimento operário, as diversas vertentes dentro dos sindicatos, como era a vida dentro das fábricas, como surgiu o movimento pela reforma agrária, a vida do homem no campo, as políticas trabalhistas, derrotas e vitórias do movimento operário, o movimento estudantil.

Alguns trechos da coleção:







O material está disponível para pesquisa no Espaço Memória Piracicabana.



Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realiza no acervo João Chiarini.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Higienização do Centro Cultural Martha Watts

É o momento de higienizar o Espaço Memória.  Quem nos acompanha no blog já sabe que todo começo de ano fazemos uma grande higienização no museu, pensando sempre na melhor forma de conservação do acervo e como disponibilizá-lo para nossos visitantes e pesquisadores.


Nossos estagiários que nos ajudam muito na higienização e devidamente equipados com EPI.
No momento estamos higienizando os livros do acervo João Chiarini, que são muitos.

Parte do acervo João Chiarini.




Vivian Monteiro, Historiadora do Espaço Memória Piracicabana.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Um pouco de leveza


Dentro da biblioteca de Rocha Netto, encontrei um livro que me chamou bastante a atenção.
“Um pouco de leveza” é um livro de crônicas escrito por Lígia Karam Spenassatto. A apresentação do livro foi feita pelo cronista, poeta, autor teatral e professor de redação Jaime leitão, “Quando leio as crônicas de Lígia Karam, sinto-me muito mais leve do que de costume. É como se suas palavras tivessem (e na verdade têm) o poder de remover a angústia que me assalta no dia-a-dia, uma preocupação qualquer, algo desagradável”.



Na crônica “Ladrão de jornais”, a autora relata sua insatisfação e indignação por ter seu jornal furtado diariamente. “Veja bem: uma cidadã trabalha toda semana e, justo no domingo, quando tem tempo suficiente para ler, saboreando as cônicas do Jaime, da profa. Ivanira, do Chagas, do Prof. Pezzotti, os sapinhos do Perci, o seu jornal some? Isso é uma maldade sem tamanho. Ainda maior se a banca da esquina já estiver fechada. Aquela banca que você, se não quer ser assinante, mas gosta de ler seu jornalzinho, deveria frequentar”.




São 52 crônicas que prendem a atenção do leitor de uma forma sutil e divertida.




Daniela Boaventura, aluna do quinto semestre de Jornalismo da Unimep.
Pesquisa realizada no acervo Rocha Netto.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Idas e vindas pelas mensagens

Cartas recebidas pelo Folclorista estão guardadas em seu acervo. Ao fundo, João Chiarini. 


“Faço-lhe um bilhete um pouco às pressas (estou abafadíssimo no trabalho do meu livro que tenho de entregá-lo até dezembro encontrando-me extremamente atrasado) para lhe dizer que terei muito prazer de ler o romance de Cecílio Elias Neto sobre o açúcar (...). Um abraço para o romancista e outro para você”.

Estas palavras, de 27 de outubro de 1965, são trechos de uma, das diversas cartas escritas pelo escritor Jorge Amado (1912-2001), ao Professor e Fundador do Centro de Cultura e Folclore de Piracicaba, João Chiarini (1919-1988).
Amigo pessoal de grandes intelectuais, como, Jorge Amado, Lygia Fagundes Telles, Oswald de Andrade, entre tantos outros, Chiarini tem em seu acervo as cartas que trocava com essas pessoas.
Carta de Chiarini para Rocha Netto.


Em seu acervo, destaca-se uma carta enviada em 07 de agosto de 1965, da União Brasileira de Escritores (UBE). Assinada por um dos associados, Wilson Pinto pede desculpas por não “satisfazer o seu agradável pedido”. Chiarini, também folclorista, havia solicitado exemplares de “Mandú e a Deusa Branca”, “As mais belas lendas brasileiras” e “Dicionário mitológico brasileiro”.  
Convites para grandes festividades, também são destaques em seu acervo: 
“Participando dos festejos do 199° aniversário de fundação de Piracicaba, a Câmara Municipal realiza às 20 horas do dia 1º de agosto, uma sessão solene comemorativa, para a qual temos a honra e a satisfação de convidar V.Excia. (...). Contando com a presença atenciosa de V.Excia. à festiva solenidade, antecipando-lhe os agradecimentos e apresentamos-lhes os nossos protestos de elevada estima e consideração”, finaliza Francisco Antonio Coelho, Presidente da Câmara Municipal de Piracicaba.


Primeira edição de "Tieta do Agreste" autografado pelo próprio autor. 

Após 02 de dezembro de 1988 (falecimento do folclorista), a família Chiarini, continuava recebendo mensagens de amigos e Organizações. Uma delas é do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP):

“Exma. Família João Chiarini: O IHGP envia os votos de pesar pelo seu falecimento, reiterando que Piracicaba perde com ele uma de suas forças intelectuais mais expressivas. Às vésperas do Santo Advento, que desejar também muita paz”.  

Cartas, ofícios, revistas, entre outros materiais, estão disponíveis para pesquisa no Espaço Memória Piracicabana.



Reinaldo Diniz, aluno do quarto semestre do curso de Jornalismo da UNIMEP.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Diversidade do acervo João Chiarini

 O acervo João Chiarini possui diversas publicações, muitas datam da metade do século passado. 
 
 
No acervo do professor, escritor e jornalista João Chiarini é possível encontrar material sobre os mais variados temas. Além de folclore e literatura, encontramos livros, revistas e artigos sobre assuntos como política, saúde, guerras, ciência, geografia, história, agricultura, ensino, arquitetura, religião, misticismo, legislação, dentre outros.

Na foto acima estão cinco exemplares do acervo, descritos abaixo:

Libertação, revista sobre a Segunda Guerra Mundial, abordando a libertação da França do domínio nazista.

URSS, nº 11 ano, 1967, revista contando a história do Estado Soviético de 1917 até 1965.

Histórias da nossa história, livro escrito por Rosendo Sampaio Garcia sobre contos da Primeira Guerra Mundial até a queda do governo de Washington Luiz.

O Mundo da Espionagem, 1966, livro escrito por Ladislas Farago que narra histórias reais sobre sabotagens que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria.

Rocambole a Herança Misteriosa, edição brasileira de 1946, livro escrito por Ponson du Terrail, romance de aventuras, que se passa em vários países e contem uma rica galeria de diferentes personagens.

Os livros, revistas e outros materiais do acervo João Chiarini estão no Espaço Memória Piracicabana.

 
 
 
 

Tiago Favaris, aluno do terceiro semestre de sistemas de informação da UNIMEP

Pesquisa realizada no Acervo: João Chiarini