Espaço MEMÓRIA PIRACICABANA

,

Pages

Mostrando postagens com marcador século XX. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador século XX. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Memorial De Piracicaba – Século XX – Cecílio Elias Netto


No acervo Rocha Netto há inúmeros livros sobre Piracicaba e sua história, como o Almanaque 2000. A obra produzida por Cecílio Elias Netto, jornalista, escritor, ex-professor e bacharel em Direito, se divide entre, Apresentações, Participando da História, Prefácio, Encantado com o Conto, Símbolos, Sinopse dos Principais Fatos Históricos de Piracicaba, Piracicaba Através do Tempo, Memorial de Piracicaba, 1900 e Piracicaba 2000.

O livro é recheado de pequenos trechos de curiosidades sobre moradores de Piracicaba e acontecimentos históricos, como o texto sobre “Chiarini, “perturbador, o asa negra.” Cecílio conta como o intelectual piracicabano recebia atenção especial dos militares responsável pelo DEOPS. 

Para saber mais sobre as curiosidades sobre Piracicaba, o Almanaque 2000 entre outras obras do nosso acervo estão disponíveis para pesquisa no Espaço Memória Piracicabana.




André Bellaz, aluno do 6º semestre de História da Unimep.
Pesquisa realizada no acervo Rocha Netto.



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Anúncios e propagandas antigas que não vemos nos jornais de hoje

A propaganda tem um papel significativo na história e é reflexo dos ideais e costumes da sociedade em geral. Atualmente ela está presente em qualquer lugar e de qualquer forma, tendo a criatividade como seu limite. Porém ela surgiu inicialmente nos jornais, no qual era possível encontrar dezenas de anúncios por página diariamente, em maior quantidade do que vemos nos impressos hoje em dia.

No acervo O Diário, jornal que circulava na região de Piracicaba no século XX, havia diversas propagandas preenchendo suas páginas todos os dias. Uma pesquisa feita por esse jornal do período de janeiro a maio de 1936, mostra algumas dessas propagandas produzidas por comerciantes da região a fim de atrair mais consumidores. Por se tratar de mais de 80 anos atrás, muitas propagandas encontradas eram de objetos e serviços que não vemos mais nos dias atuais. As propagandas de cigarro e lança-perfume, por exemplo, ambas proibidas nos dias de hoje, eram constantes nas páginas diárias.

Podemos observar também os anúncios de lojas especializadas em concertos de produtos que hoje não são mais produzidos industrialmente, como máquinas de escrever e toca-discos. Além de produtos e serviços, muitas profissões eram anunciadas no jornal, como o amolador, a ama de leite e os engraxates. Essas e mais propagandas podem ser pesquisadas no acervo do Espaço Memória Piracicabana no Centro Cultural Martha Watts.




Thaís Passos da Cruz, aluna do 4º semestre de Jornalismo da UNIMEP.
Pesquisa realizada no acervo Jornal O Diário.



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

São Paulo antiga


O livro “História e Tradições da cidade de São Paulo”, que faz parte do acervo de Chiarini, é muito interessante. O livro conta o cotidiano de São Paulo do final do século XIX e início do XX. O que mais chama atenção são as fotos de cidade contidas no livro.




Uma parte do livro é dedicada a explicar como os paulistanos passavam os momentos de lazer na cidade:

“No começo do século XX logradouro que se tornou ponto de recreio da maioria da  população foi o jardim do Museu do Ipiranga. Ali se reuniam permanentemente todas as barracas, que nas cidades italianas, por ocasião do carnaval, se espalhavam por várias ruas e praças. Toda São Paulo o frequenta nos domingos, caleches, em bondes, a pé, invadindo os cafés,  os jogos, os teatrinhos(...)”.



“(...) O passeio predileto do povo paulistano nos domingos era uma corrida de bonde do largo da Sé ao jardim e ao Museu do Ipiranga. Os circos, em fins do século XIX e começo do XX, mantiveram também o seu prestígio como diversão popular. Às vezes de certo apresentando números de sensação como o do “professor mágico” inglês Savior Boonex, multado em 1874 por um fiscal da Câmara por ter em sua casa, contrariando disposições da municipalidade, três leitões “que eram objeto do trabalho de sua profissão”.”



Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo João Chiarini.