Espaço MEMÓRIA PIRACICABANA

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

250 anos de Piracicaba!

Em 2017 a Noiva da Colina comemora 250 anos e o Blog do Espaço Memória vai homenagear essa cidade com posts mensais diretamente de nosso arquivo!


Vamos começar com uma homenagem feita por Cecílio Elias Netto, no jornal “Folha de Piracicaba” em uma edição especial do Bicentenário da cidade, em 1967:





Antes dos cinemas de shopping, existiam na cidade os cinemas independentes, promovendo uma variedade de filmes. Os mais antigos com certeza se lembrarão desses cinemas:







E não só de cinema era feita Piracicaba. Os bares também eram conhecidos, tanto pelos artistas que os frequentavam como pela população em geral:






Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo O Diário.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Parabéns Piracicaba!


Quando Piracicaba completou 200 anos, em 1967, o jornal O Diário fez uma matéria especial com mais de 80 páginas.  Nessa reportagem, igrejas, escolas, comércio, são homenageados contando um pouco da história de cada lugar.






Texto escrito por João Chiarini







É uma edição bem interessante, com artigos contando um pouco de Piracicaba no início do século XX, quando ainda tinha aquele aspecto bucólico de cidade pequena e ainda circulavam lendas e crendices.




Hoje também é um dia especial:  Piracicaba completa 247 anos! Parabéns!



Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana
Pesquisa realizada no acervo O Diário.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Carnaval e Bicentenário!


O carnaval de rua no ano de 1967 contou com vários blocos



Piracicaba, em 1967, estava comemorando seu Bicentenário e o carnaval foi mais um motivo de festa. O jornal “O Diário de Piracicaba”, de janeiro de 1967, tinha uma pequena coluna dedicada aos preparativos do carnaval de rua da cidade.

Blocos como “Não empurra que é pior“, da Rua do Porto, o “Cordão dos Bambies” da Sociedade Beneficente 13 de maio, o “Cordão dos criolos” do Bairro dos Alemães, estavam todos ensaiando para fazer bonito na avenida.
O cordão que ficava “lá pelas bandas do Rio Piracicaba”, representado por Bigú, afirmava no jornal que “ia subir o morro e dirá presente no carnaval do “Bi” “.

Vivian Monteiro, historiadora do Espaço Memória Piracicabana.
Pesquisa realizada no acervo: O Diário